André Marques, o próprio.

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sábado, 5 de abril de 2014

O meu pénis

O meu pénis anda entorpecido. Sinto-o um pouco ébrio. Este meu amigo de outras datas, mal o reconheço. Talvez seja pela depressão que estou a atravessar. Como quem cavalga um deserto. De um lado ao outro. Acorda, seu traidor! Ergue-te como um homem, meu sacana! E desperta-me também. Deste silêncio vazio. Levanta o fogo que há em ti, despe-te de preconceitos, e ataca o máximo possível. Em todas as frentes. E em todas as traseiras. As que conseguires angariar. Hoje, amanhã e depois. Só não contes toda a verdade. Não quero que te sintas mal. Não quero que te revejas em mim. Não quero.

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