André Marques, o próprio.

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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Porque o amor não escolhe géneros

Não ligamos ao preconceito. Homem com homem. Aquilo que somos. Coração com coração. Aquilo que construímos. Com bocas foleiras. Com farpas lançadas. De uma sociedade hipócrita. Sem espelhos. Carregada de telhados de vidro. Tenho-te por inteiro. O que basta. Para ser feliz. Para me sentir no topo. Para te agradecer. O amor também se agradece. E retribuo na mesma moeda. Nunca é tarde para exercer a aceitação. O respeito. Como eu te respeito a ti, meu homem de sonho. E somos perfeitos. Porque no nosso coração não existe a rejeição. O medo. Porque dentro de nós existe a igualdade. Aquela que tentamos transmitir aos outros. Os imparciais alegres que não conseguem arrancar de ninguém a maior gargalhada da vida. A gargalhada do amor verdadeiro.



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